terça-feira, 13 de janeiro de 2009

You've got time, you've got time to escape - All those yesterdays / Pearl Jam

Olá, pessoas...

POST EDITADO EM 14/01:

Gente, estou editando só pra postar aqui os selos que foram indicados para o .status quo. pelo Homero, do Divagações e anormalidades de uma mente ociosa, e pela Sophie.

Do Homero:


Eu indico para:

Jellyfish
Sophie
Irracionalidade Racional

E da Sophie:






Que eu indico para:

Jellyfish
Irracionalidade Racional
Nenhum Mistério
Aja Modéstia!



Agora o post original:

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Vou postar hoje a continuação de Todos Aqueles Ontens, mas antes vou falar umas coisinhas...

Ultimamente eu andei bem triste... Não sei bem porque, é uma coisa que me acontece às vezes, isso de ficar triste sem motivo. Mas aí, quando cheguei em casa, simplesmente vi que tinha chegado uma carta pra mim. Uma carta da Rebeca, uma amiga minha que foi morar (e estudar, evidentemente xD~) nos Estados Unidos há mais ou menos um ano.

A gente sempre se fala por e-mail (ela não tem msn), e há alguns meses eu mandei (enviei, pros não-cearenses xD~) uma carta pra ela. E agora veio a resposta ^^

Eu fiquei muito feliz. Confesso que quase chorei lendo. Quase, porque eu sou meio difícil de chorar >.<" Ela sabe como eu gosto do outono. Aliás, acho que todo mundo que me conhece sabe disso xD Dá pra notar até pelo Will xD~ Então sabe o que ela colocou na carta? Folhas de outono. Daquelas que parecem uma estrela. Ainda tô atrás de um saquinho, pra elas não estragarem i.i Eu até tirei uma foto, mas meu celular tá frescando com a minha cara e não quis conectar com o computador ¬¬ Mas tudo bem, eu supero e posto a foto outro dia. Ah, e eu fiquei muito feliz com os comentários do post anterior ^^ Continuem assim xD~ E agora, a continuação do primeiro capítulo de Todos Aqueles Ontens: --- Parte I - Prelúdio para a solidão


Capítulo I - Palavras de um futuro incerto (Continuação)


Naquela época eu não era nem um pouco sociável. Al era, praticamente, meu único amigo. E eu estava feliz assim. Acho que por isso já dá para avaliar minha dificuldade em resolver ir ver o cara da livraria de novo.

Parecia tão absurdo, tão incrivelmente ilógico e surreal, voltar àquela livraria só para vê-lo mais uma vez, que adiei o momento tanto quanto pude. Mas a necessidade foi mais forte que o meu senso de absurdo.

Eu não sabia o que faria lá, não sabia o que diria. Nem sequer sabia se ele estaria lá. Cheguei ao extremo ridículo de sonhar com aquele cara.

No meu sonho Orlando era uma presença forte, porém pouco nítida. Eu sabia que ele estava ali, me observando, mas não o via. Acordei quando senti, de uma forma assustadoramente real, sua mão esbarrando na minha. Um contato rápido, mas que fez (ou pelo menos achei que fez) todo o meu corpo tremer com um calafrio.

Apenas depois disso decidi, finalmente, ir àquela livraria na sexta-feira seguinte. Uma péssima idéia: passei a semana inteira num estado deplorável de ansiedade. E acho que o mais me angustiava era pensar o tempo todo no porquê de estar tão nervoso.

Foi assim que, na tão esperada sexta, meus pés me levaram quase que automaticamente até lá. Passei alguns segundos com a mão na maçaneta, tentando ajustar meus pensamentos, mas, por fim, entrei. Um sininho tocou quando abri a porta, e Orlando levantou os olhos dos papéis que lia, com a expressão de surpresa desconfiada que todos os donos de negócios falidos adquirem ao ver um cliente.

Ele estava na mesa perto da escada. Usava óculos, mas se apressou a tirá-los. Ou muito me engano, ou o sorriso que vi passava a impressão de que eu era muito esperado. Eu disse “oi”, e como resposta recebi um “fique à vontade”.

Para não parecer que eu tinha ido lá só pra ficar olhando pra cara dele, me meti entre as estantes e dei uma olhada nos livros. Era terrivelmente sufocante sentir o cheiro forte de mofo por todos os lados, mas fiz o possível para agüentar. Alguns exemplares nem eram tão velhos assim, e foi um desses mais conservados que me arrisquei a pegar. Era um volume único de O Conde de Montecristo. Na primeira página estava escrito “Orlando S. - 1972” numa caligrafia firme e inclinada. Meus pensamentos sobre o motivo de ele ter posto os próprios livros à venda foram interrompidos quando ouvi passos na escada.

Recoloquei o livro na estante e voltei ao hall. Orlando não estava mais na mesa. Aproveitei para continuar olhando os livros e, em quinze minutos, ouvi novamente os passos. Por algum motivo estranho que preferi não tentar identificar, minha respiração ficou descompassada quando percebi que ele se aproximava. Quando ele se postou atrás de mim e tocou meu ombro, eu já nem respirava mais.

Me virei lentamente, com medo de que as batidas do meu coração fossem ouvidas. Para mim, elas já estavam ensurdecedoras. Orlando tinha uma xícara de chá em cada mão, e me ofereceu uma, que aceitei; seria uma ótima maneira de descongelar minhas mãos, que quase tremiam. Mais uma vez me perguntei a razão de estar tão absurdamente nervoso, e mais uma vez não obtive resposta.

Perdido nesses questionamentos intermináveis, só percebi que tinha subido para a casa dele quando sentamos no sofá. Silenciosamente, tomamos nosso chá, lado a lado. Nem por um segundo me atrevi a olhar para ele. No entanto, me sentia observado.

Quando consegui relaxar mais, lhe perguntei sobre Al. Depois de constatar que realmente tínhamos alguém em comum, passamos algum tempo conversando sobre como o mundo é pequeno e outras amenidades. Enfim, tudo se resumiu numa visita bem comum, até eu notar que já passava das oito da noite.

- Tenho que ir. Já é tarde. - falei, já me levantando.

- Te deixo lá. - ele disse, como se fosse a coisa mais normal do mundo um cara que só vi duas vezes ir me deixar em casa.

Recusei educadamente umas quatro vezes, e ele desistiu, mas não sem antes me fazer prometer que voltaria.


- x -

E então começou: toda semana eu aparecia por lá, e ele foi “visitar o Al” algumas vezes (a visita sempre acabava na minha casa). Não teve jeito; nos tornamos amigos. E a livraria ficou com uma aparência muito mais saudável quando comecei a dar palpites nela.

O “problema” nisso tudo era que eu não podia negar que, por mais acostumados que estivéssemos um com o outro, o nervosismo sempre me acompanhava toda vez que eu o via. Principalmente quando a distância entre nós diminuía.

Eu já tinha até parado de me perguntar o motivo disso. Tanto que, com o tempo, a resposta foi se formando, no fundo da minha consciência, e cresceu tanto que se tornou impossível de negar. Ela dançava bem na frente dos meus olhos, todo o tempo. Mas só a aceitei definitivamente quando aconteceu o que iria determinar todo o resto da minha vida.

- x -

Foi no finzinho daquele outono. Estávamos perto do Natal, mas ainda não tinha começado a nevar. Eu já não encontrava Orlando apenas na livraria; nós saíamos juntos de vez em quando, ao cinema, ou pra fazer compras de Natal.

No fim de uma tarde de sábado em que saímos para simplesmente dar uma volta, nos refugiamos do vento gelado em um pub. Era um lugar velho e escuro, quase sem clientes. A única iluminação vinha de uma lâmpada amarela, fraca, dependurada no teto por um emaranhado de fios elétricos.

O balconista parecia estar dormindo. Orlando o acordou e, depois de me avaliar por alguns segundos, pediu duas cervejas. Nos sentamos e, algum tempo depois, o homem surgiu com duas enormes canecas cheias para nós. Tomamos alguns goles daquela coisa quente e ruim chamada cerveja, e tentamos conversar. Em cinco minutos o silêncio já reinava novamente, interrompido apenas pelos sons estranhos que o homem do balcão fazia quando esfregava os copos com alguma coisa que ele achava que podia limpá-los. O sol estava se pondo, deixando o pub com uma iluminação alaranjada e melancólica.

Então reparei que, no fundo, encostada na parede, perto da janela por onde entravam os últimos raios de sol daquele dia, havia uma jukebox. Fui até ela e pus Day Tripper para tocar. A coitada engasgou, ameaçou não conseguir, mas por fim a música saiu.

O balconista parecia levemente assustado com o funcionamento repentino de algo há tanto tempo abandonado, e Orlando, passada a surpresa inicial, ria. Afinal, não é todo dia que se vê uma jukebox renascer das cinzas do esquecimento.

Voltei para a nossa mesa, e tentei tomar mais daquela terrível coisa amarelada. Orlando saiu do seu lugar à minha frente e sentou-se ao meu lado. Eu sabia que ele me observava, calado, como sempre, e já não me importava mais com isso. Só comecei a achar a situação estranha quando senti seu braço passando pelas minhas costas. Instintivamente, olhei para o balcão; o homem tinha sumido, e Orlando tinha aproveitado a oportunidade.

Até então eu ainda não tinha criado coragem para me virar para ele. Meu corpo todo parecia feito de pedra, e minha cabeça já começava a girar. Depois do que me pareceram horas, ele segurou meu queixo e me fez encará-lo. Seus olhos estavam mais cinzentos ainda, mas não consegui olhar para eles por mais de dois segundos. De repente senti que ele me beijava, e ainda levei alguns instantes até reagir. Foi um beijo rápido e, pelo menos de minha parte, assustado.

- x -

É muito fácil contar como um relacionamento aparentemente perfeito acaba, mas contar como ele começou não é uma tarefa tão simples assim. Eu poderia dizer que, depois daquele beijo, começamos automaticamente a namorar, ou ainda que todo o processo aconteceu lenta e respeitosamente, e que já estava tudo predestinado para que nos conhecêssemos e ficássemos juntos... Mas não foi assim. Bom, talvez fosse realmente o destino, mas isso eu não posso confirmar. E talvez seja melhor esclarecer, antes de qualquer coisa, que não era a primeira vez que eu me interessava por um rapaz, e que não convém explicar tudo sobre isso agora.

O fato é que, a meu ver, nossa amizade se encaminhou naturalmente para um objetivo, que era, obviamente, o que houve (ou melhor, o que começou) no pub. Foi lento, sim. Se ele quisesse ter resolvido logo as coisas, poderia ter simplesmente me convidado pra sair, cheio de enésimas intenções, e num instante saberia se eu estava realmente interessado nele ou não.

Mas não. Orlando sempre foi um cavalheiro. Um belíssimo cavalheiro, aliás. E devo parar de enrolar e contar o que aconteceu depois daquele beijo.

Bom, aconteceu que acordei no dia seguinte com a cabeça girando e com a ligeira impressão de ter tomado um porre (o que experiências posteriores confirmavam ter sido realmente apenas uma impressão, e muito ligeira). Assim que sentei na cama, precisamente às dez horas da manhã, lembrei de todo o ocorrido de uma vez só, como uma pancada na cabeça.

Lembrei claramente dos olhos dele, incrivelmente perto de mim, e de constatar que eram realmente cinzas. Lembrei de como me senti derreter nos seus braços e de como ele soltou meu cabelo. E lembrei daquela expressão faminta que ele tinha quando terminou o beijo.

Me meti debaixo do chuveiro, o que não foi exatamente uma boa idéia, já que a manhã estava fria. E as imagens não paravam de pular na minha mente, me fazendo sentir mais culpa a cada segundo. Eu não queria nem pensar na possibilidade de perdê-lo. Mas, no fundo, eu sabia que isso não aconteceria. Ele me beijou, não foi? Soltou meu cabelo, me trouxe mais pra perto dele. E ainda me deixou em casa. Não, eu não iria perdê-lo.

- x -

O telefone tocou pouco depois do almoço. De alguma forma eu já sabia quem era. Atendi quase tremendo.

- Oi. Tá melhor? – foi o que ele disse depois dos “alôs” iniciais.

- Aham.

- Hm... Que bom.

Ridículo. Eu não sabia o que dizer, e ele também não. E ainda por cima fingíamos que nada tinha acontecido. Era o mais fácil a fazer no momento, afinal. Ao menos ele teve coragem de telefonar.
Sei que depois daquela ligação fiz o que me pareceu ser o mais sensato; me enfiei na cama, com a cabeça debaixo do travesseiro. Nada me tiraria dali, pensei. Nunca mais teria coragem de olhar na cara do Orlando...

Claro que a minha pequena tragédia adolescente não terminou assim. Em uma semana o encontrei de novo. Saímos juntos, fomos a uma praça e por lá ficamos, admirando o lago quase congelado e as pessoas com suas dezenas de sacolas. Faltavam cinco dias para o Natal.

- Devo pedir desculpas? – ele perguntou, de repente.

- Não. – respondi, dois segundos depois.

Não falamos mais nada. Estávamos sentados num banco e tomávamos enormes copos de café. Ele passou um braço pelas minhas costas e se aproximou de mim. Afastou meu cachecol e beijou a curva do meu pescoço. Estremeci. O hemisfério norte congelando e ele me beija com os lábios quentes de café!

Eu deveria estar sonhando. Só poderia ser um sonho, estar sentado ali, ao lado do homem mais bonito que eu já tinha visto. Era tão perfeito que me dava medo.

- Está tremendo de frio? – ele perguntou, perigosamente perto do meu ouvido.

- Não. Eu não estou tremendo.

Nunca, jamais, duvide da capacidade de uma pessoa dizer bobagens quando é bruscamente interrompida de seus devaneios com uma pergunta óbvia.

- Quer voltar? – ele perguntou, rindo.

- Não. Tá tudo bem. – respondi, talvez um pouco rude demais.

Mas ele não se importou com isso. Ele nunca se incomodava com minhas bobagens. Apenas soltou meu cabelo e me beijou mais uma vez. Atrás da orelha, pra ser mais específico. O café tinha acabado, mas a boca ainda estava quente.

Olhei ao redor. Ninguém reparava em nós. Só queriam saber de seus próprios umbigos. Que bom.

- Vem. – ele disse, se levantando e estendendo a mão.

E eu, evidentemente, a segurei e fui com ele. Se ele tivesse dito esse “Vem” no momento em que estivesse pulando de um prédio, eu teria ido também. E acho que ele sabia disso.

Fomos pra casa dele. Estava quase anoitecendo. Quando entramos na livraria, ele não se incomodou com a escuridão. Nenhuma luz acesa; mais uma vez, eram apenas os escassos raios de sol poente. Orlando tirou o meu casaco e meu cachecol e depois tirou os dele também.

Me senti ser imprensado contra a parede. Senti as mãos fortes na minha cintura. O hálito quente no meu rosto. Ele me beijou; tinha gosto de café. Era um beijo lento, quente, experiente. Eu só me deixava conduzir. Ele gostava de mexer no meu cabelo. Quase perdi o fôlego, mas ele não parou. Me entreguei totalmente. Derreti. Talvez tenha até gemido, não sei. Ele era tão mais alto que eu, e no entanto estávamos ali, perfeitamente encaixados, nos beijando como loucos. Talvez eu já nem tivesse os pés no chão.

Em algum lugar do meu inconsciente entorpecido registrei que aquele homem definitivamente tinha sangue quente nas veias. Muito quente. Talvez até demais.

- Ei, ei ,ei, calma!

Ele parou imediatamente. Me afastei um pouco, totalmente sem forças, só para manter uma distância respeitável e segura. Naquela época eu ainda tinha algum juízo. E ele tinha resolvido se manifestar quando, entre aqueles beijos absurdamente inebriantes, percebi que, uma vez nos braços de Orlando, ele faria o que quisesse comigo, e eu não teria a menor chance de me defender. Qual não foi meu alívio ao ver que ele parou quando reclamei!

- Desculpa. – ele murmurou, ofegante, se afastando para acender a luz.

É isso aí. Bom garoto.

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Ok. Pra quem estranhou o fato de eles terem ficado juntos tão rápido, não se preocupem, por que o foco da história não é como eles ficariam juntos e sim... Bom, não vou dizer xD~
E o primeiro capítulo ainda não acabou!! xD
Tem mais outro dia ^^
Bye!!

21 comentários:

Mah disse...

Yaoi, yaoi!
Tô adorando, eu adoro yaoi *-*

Homero luz disse...

surpreendendo a moony estou aqui de novo a história é realmente envolvente e ta prometendo ai vai uma sugestão após publicar toda história disponibiliza um pdf para download.

Ariana Luz disse...

pooisé.. ele sempre ta com aquele terno cara! ó.ò UIHAOIUHU
a história da Bianca eu to continuando.. tá ficando legalzinha até o/ HUIAOHAU e o orkut as vezes me dá medo! :S
Adorei tua história e eu adooooooro receber/enviar cartas!
Sim, amo outono tbem, e ainda vou pros EUA, catar todas aquelas folhinhas! *-* HUOIAHUAI

Beeeijos :**

vida cotidiana disse...

Muito boa, a história prende, e a maneira que você descreve, de forma elegante e suave o envolvimento dos dois,excelente. parabéns.

RafaelGuimaraes disse...

wow
wow
wow
wow
wow
wow
só falta o pra não [...] flores.
^^
:D
o outono é lindo. amarelo.
perfeito. *__*
num dos meus infinitos projetos, o outono é essencial O.o
bjão moony ^^

Iury Cézar disse...

aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa'
ameeei, quero o resto. *-*
tá perfeito. meus parabéns, Moony.
Beijãão.

Fernando Snakepit___ disse...

poxa muito bom teu blog,a musica do pearl jam eh mto boa
,vi seu gosto musical
vc eh rockeira dakelas que curtem dinossauros do rock neh!?
mto bom mesmo teu blog
bjim
se puder dah uma lida no meu tbm

Sophie disse...

Ahhh ... como deve ser bom receber uma carta! Nossa, hoje em dia só recebemos emails e scraps. Há muitos, muitos anos não recebo uma carta... deu até vontade ;D
Eii... passei rapidinho pelo pc, postei e já tô de saída, mas mais tarde eu passo, leio o Capítulo 1 e comento!!!
*-*
Obrigada pelo coment de torcida :)
=***

Sophie disse...

Estou torcendo, mas com aquele pé atrás, sabe.
E o selo era sim pro status tbm!
O 'Will' é realmente muito bom!

=*

P.S Obrigada pelo selo!
Eu ponho no p´roximo post, ok ;D
=**

GueGue disse...

Ai, que bom que gostou, ve se passa mais vezes la então!!! Tb gostei daqui!
Beijoss

Deka Silva disse...

Ô menina boa de escrita!!
Interessante...

Parabéns pelos selos, obrigada pela visita!

Coisinhas da Jeh _ disse...

é legal siiim :)
uaai, pq não tem férias agora ? :O tá é trabalhando ? o/
beeijos ;*

Loira e Morena disse...

Ufa, q texto longo en..rsrs
Parabéns pelos selos e pelo texto!

Beijaooo da Morena!

Poly Jomasi disse...

rsrs adoro acompanhar essas histórias ... ^^
ei mudei o url do meu blog! agora é (polydiantedoceu.blogpot.com) bju moony!!! \o/

' Rôh disse...

Engraçado ler a história do começo, eu peguei lá pelo meio, axo. lembra?
Bom, é realmente estranho ver como começaram os 'pegas', qdo lia, nakela época, isso já era tão comum. rs.
Ainda bem q vc ressaltou o will dizendo "Qdo eu ainda tinha algum juízo", pq eu sei que ele definitivamente não tem nenhum neurônio p/ contar a história em determinado momento da historia.

Bjo, amu-te, ta td MARAAAA. xD

' Rôh disse...

Ahhhhhhhhh!!!!
Eu ADOREI o novo lay. XD
sério mermu. =P





Rôh

LUA disse...

Obrigada por passar em meu humilde blog
pois é vc disse tudo

amiga bom fds,
amei seu blog
sempre estarei por aqui^^
beeijo

Bruna disse...

Moony, agora fiquei com uma saudade incrível de receber uma carta ;S
Depois do e-mail, acho que até esqueci como é receber ou enviar uma :þ
O blog me trouxe um presente: conhecer vários escritores perdidos por aqui :)
Agora fico atualizando direto para ver se tem mais! oeieoeieo.
Tô adorando. Obrigada pelas visitas :)
Beijo :*

Lua Montenegro disse...

Olá!
O que seria de nós se não fossem os amigos,não é verdade?
Parabéns pelo blog. Escreve muito bem.
Até

meus instantes e momentos disse...

ótimo teu blog, teu texto nos prende. Gostei daqui.
Maurizio

Coisinhas da Jeh _ disse...

aaaah ;D
você é de ondee ?
beeeijos :*