quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Não és bom nem és mau: és triste e humano - Olavo Bilac

"De tudo, ficaram três coisas: a certeza de que ele estava sempre começando, a certeza de que era preciso continuar e a certeza de que seria sempre interrompido antes de terminar. Fazer da interrupção um caminho novo. Fazer da queda um passo de dança, do medo uma escada, do sono uma ponte, da procura um encontro."
(Trecho de O Encontro Marcado, de Fernando Sabino, p. 145)


Bom, aqui estou eu para cumprir o prometido: começar a postar, oficialmente, o Will. A citação acima, de O Encontro Marcado, é pra simbolizar o quanto esse livro significou para mim, não só na criação e continuação da história, mas também na minha vida, pois cada vez que eu o leio acabo melhorando em algum aspecto. Dessa vez ele me fez conseguir terminar o primeiro capítulo do Will, que estava "empacado" há anos (!). Como esse primeiro capítulo é um tanto "grande" para ser publicado em um post só, vou publicá-lo aos poucos. Hoje vai o Prólogo e o primeiro pedaço.


Esclarecimentos básicos sobre a história para ninguém se perder:


1 - A história, que se chama Todos Aqueles Ontens, é dividida em um Prólogo, quatro partes (subdivididas em três capítulos cada), e um Epílogo;

2 - O título veio da música All Those Yesterdays, do Pearl Jam. A história não tem nada a ver com a música, e o título é provisório (ou não...);

3 - Essa é uma história yaoi. Se você for procurar o significado da palvra yaoi por aí, vai encontrar páginas dizendo que é um "gênero de publicação que tem o foco em relações homossexuais entre dois homens e tem geralmente o público feminino como alvo"*, mas nesse caso o termo yaoi está sendo usado como uma uma "segunda definição, comumente usada por escritores de fanfics, que aplica yaoi para histórias com romance sem presença de conteúdo sexual explícito(...)"*. Então, agora que está tudo devidamente explicadinho, se você não quer ler, não leia, mas depois não venha dizer que não avisei ¬¬ (maiores esclarecimentos sobre o gênero yaoi em um post futuro o/);

* citações retiradas da Wikipedia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Yaoi)

4 - Plágio é crime. Seja original e não copie.

Ok, então... Vamos lá. o/

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Todos Aqueles Ontens

Prólogo


Londres, Inglaterra. 1973.


Uma campainha tocou em um típico bairro inglês de classe média alta. Tocou mais uma vez, e ainda outra. Quem insistia era um rapaz moreno, visivelmente desacostumado com o frio da véspera de Natal. Alguns vizinhos interromperam seus cânticos para dar uma espiada; só podia ser estrangeiro. Trazia duas malas consigo.


A porta foi aberta. Uma senhora rechonchudamente simpática deu as boas vindas ao estranho e o ajudou com a bagagem. Tudo o que os vizinhos curiosos puderam ouvir foi algo como “James não disse que você viria”. Depois disso, o suave baque da porta sendo fechada, e os cânticos voltaram.

- x -

- Só peço pra ficar até o ano novo, depois me viro.

O rapaz ia falando enquanto aceitava os pães que a Sra. Bradford lhe passava.

- Pode ficar o quanto for preciso. Só gostaria de saber o motivo dessa... Bem, dessa sua saída repentina de casa.

O Sr. Bradford, cachimbo entre os dentes, claramente evitava a palavra “fuga”. Seu visitante olhou para o amigo, bem à sua frente na mesa, como se pedisse ajuda.

- Deixe-o descansar, pai. É Natal. – James falou.

E assim foi feito. O Sr. Bradford ainda imaginava o que um rapaz sempre tão responsável como aquele poderia ter feito para querer (ou precisar) fugir de casa. Sua mulher, no entanto, só se preocupava em aquecê-lo e alimentá-lo bem.

- Nos trópicos não neva. – ela dizia, enquanto pegava mais um suéter, para logo depois perguntar: - O México fica nos trópicos?

- x -

Na madrugada de Natal, enquanto todos dormiam, os rapazes conversavam no quarto de hóspedes.

- Você vai voltar? - James perguntou.

- Não.




Inglaterra, Londres, distrito de Brixton, 1977.


- Já chegamos? – o garoto perguntou à mãe, em russo.

Ele tinha acabado de acordar; tinha pegado no sono em Gales. Quando a mãe disse “Sim”, ajeitou-se melhor no táxi para olhar a paisagem.
Estavam passando por um mundo que, em seus doze anos de vida, ele nunca tinha sequer imaginado. Nunca tinha visto prédios, nem tantos carros juntos. E o barulho era ensurdecedor! Teve vontade de chorar, chegou a sentir o ardor na garganta, lhe sufocando... Mas não podia; afinal, não era mais nenhuma criança.

Mas estava assustado.

Depois de mais uma hora o carro passou por um lugar completamente diferente do anterior. As casas não eram os edifícios de concreto, com janelas de vidro. Eram prédios baixos, encardidos, que pareciam se amontoar uns sobre os outros. Havia mais barulho; uma completa cacofonia de línguas e músicas estranhas.

E as pessoas... O garoto nunca tinha visto pessoas daquelas cores, que variavam do dourado ao marrom-escuro. Ele as achou tão bonitas... Eram cores quentes. Nada pareciam com a neve que ele deixara pra trás. Até seus sorrisos o aqueciam.

Por fim, chegaram a outro lugar, e nesse não havia tanto barulho. Nem prédios. Apenas casas; todas iguais, com varanda, garagem e jardim. Desembarcaram na última casa da última rua. No jardim só havia grama. Nenhuma flor ou árvore.

Enquanto a mãe pagava o táxi, ele olhou para os lados; de um estava Londres, distante e sombria. O fim do mundo. Do outro, estava o sol, ainda alto, e um campo verde que se estendia por outros vilarejos. O começo do horizonte.

- x -

- Nós vamos voltar? – ele perguntou à mãe quando ela pôs a chave na fechadura da nova casa.

- Não.

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Parte I - Prelúdio para a solidão

Capítulo I - Palavras de um futuro incerto

Novembro de 1980; outono. Por algum motivo estranho, os grandes acontecimentos da minha vida sempre vinham no outono. E o primeiro de todos eles foi o meu nascimento, em 22 de outubro de 1965. Mas isso não importa agora.

O que importa é que, nesse início de novembro, as coisas começaram a mudar. Percebi isso quando, pela primeira vez desde que cheguei a Londres, mudei o caminho pra casa, entrando em uma rua diferente da que costumava entrar. Fiz isso porque tive a idéia repentina e irresistível de comprar sorvete. Entrei numa rua onde desconfiava que houvesse uma padaria e saí de lá com uma lata de 400 ml de sorvete de flocos na mão, pronto para continuar o caminho normal. Mas tive outro impulso e resolvi comer numa praça ali perto, tranqüilamente sentado. E foi o que fiz.

Uma das coisas mais bonitas do outono são as praças; elas ficam aconchegantes e douradas, quando as árvores soltam as folhas secas... Fiquei sentado lá, admirando o vento do fim de tarde derrubar as folhas quando outra coisa me chamou a atenção: um homem, com vários livros nos braços, lutando para não deixar nenhum cair. Por fim, ele os despejou no banco onde eu estava e se sentou também, cansado e praguejando palavrões em espanhol. Baixei a cabeça pro meu sorvete quase terminado, sem querer ser notado, mas não deu muito certo.

- Boa tarde. - ele disse, esticando o pescoço para me ver do outro lado dos livros. Acenei, pensando “Já é quase noite, mas tudo bem”, e voltei ao sorvete, mas já tinha acabado. Suspirei e coloquei a lata ao meu lado. Já estava pegando a mochila e levantando para ir embora quando o tal falou de novo, parecendo ter superado uma grande crise interior: - Será que você poderia me ajudar a levar isso? Eu moro a umas duas ruas daqui; não é muito longe.

E foi aí que o olhei pela primeira vez com atenção. Era moreno, tinha cabelos pretos e olhos claros que pareciam suplicar para que eu o ajudasse. Hesitei por alguns segundos, mas depois murmurei um “Tá”, e então vi seu sorriso pela primeira vez; um sorriso de alívio, mas autêntico. Ele levantou e dividiu a pilha em duas partes, entregando uma pra mim, e seguimos rumo à sua casa.

- Eu sei que não devia estar pedindo isso, que é um abuso e tudo o mais, - ele dizia, enquanto andávamos – Mas tava meio difícil ir sozinho.

- Tudo bem. - respondi. Percebi que ele me olhou de relance, e continuei andando.

Ao fim de poucos minutos chegamos em frente a uma livraria chamada Stefani & Stefani. O homem se contorceu um pouco para pegar as chaves e abriu a porta. Entramos.

- Pode colocar aqui. - disse, me indicando uma mesa.

Uma vez livre do fardo dos livros, dei uma olhada no lugar. Era pequeno, escuro e cheirava a mofo. Terrível.

- Orlando. - ele se apresentou, me estendendo a mão.

- Will. - respondi, apertando a mão oferecida.

- Moro lá em cima. - ele continuou, apontando uma escada atrás da mesa. - Se quiser, sabe...

- Claro. - respondi, sem saber. Segui-o através da escada estreita.

A primeira visão que tive da casa foi um choque. Ao contrário da livraria, era bastante clara e limpa. Orlando se adiantou até a cozinha e começou a preparar algo que me parecia ser café. Quando ele trouxe as xícaras eu já estava no sofá, e ele se sentou também.

- A livraria é sua, então? - perguntei.

- É.

- Pois é horrível. Cheira a livros velhos. - comentei, displicente. Depois me recriminei por esse péssimo hábito de ser sincero, mas ele não pareceu dar importância. Na verdade, apenas riu.

- Precisa de uns cuidados mesmo... - disse, depois de algum tempo, e continuou bebendo o café. Eu já tinha desistido do meu na metade; era muito ruim.

Percebi então que os olhos dele eram cinzentos. Como uma tempestade. A pele era morena de sol e quase brilhava, ou talvez eu estivesse apenas delirando. Nunca tinha visto uma cor tão bonita assim... Levantei, decidido a ir embora, mas algo me dizia que se ele dissesse “Não vá” eu não mexeria mais um músculo sequer.

- Já vai? - ele perguntou quando lhe devolvi a xícara. Que pergunta idiota! Era óbvio que eu estava indo embora, mas me limitei a responder um simples “Já”. Orlando se levantou também e, passando à minha frente, segurou a porta para mim. - Quando der...

- Certo.

Ele não precisava terminar as frases; eu sempre sabia o que queria dizer, desde aquele momento, e sempre saberia. Mas isso não fazia dele uma pessoa previsível; na verdade, dava uma sensação boa de que nos conhecíamos o suficiente para não falar. Naquele momento era apenas uma sensação, claro, porque eu só o conhecia há uma hora, mas mesmo assim foi bom. Foi o que me deu confiança para lhe abrir um sorriso quando já estava saindo e dizendo “Tchau”.
Desci a escada sozinho e, ao sair para a rua, vi que ele me olhava de uma janela. Acenei mais uma vez e continuei meu caminho. Enquanto andava sentia seu olhar me seguindo até a esquina como uma presença quente e protetora.

- x -

- O que você tem? - Al me perguntou de repente, levantando os olhos do caderno.

Estávamos no quarto dele, estudando. Também acontecia com Al isso de não precisar de palavras; eu sabia que ele se referia ao estado sonhador em que eu me encontrava desde a noite anterior.

- Nada demais... Aconteceram uma coisas estranhas ontem.

- Que tipo de coisas estranhas? - ele insistiu, voltando a fazer o dever.

- Ajudei um cara a carregar uns livros.

- E o que isso tem de estranho?

- Ah, sei lá... É que fiquei pensando nele depois, só isso. - respondi, tentando me esquivar de mais perguntas. Não funcionou.

- Como ele era?

- Moreno, alto, bonito e gentil. - despejei.

- Resumindo, é o sonho das colegiais de Londres... - ele zombou. Joguei um travesseiro nele, o que serviu para adiar a próxima pergunta. - Qual o nome dele?

- Orlando, porquê? - perguntei, distraído, mas percebi que ele parecia reconhecer alguma coisa quando falei o nome.

- E ele tem uma livraria chamada Stefani & Stefani, pois é... - ele continuou, rindo. Eu ainda estava perplexo. - Acho que você conheceu meu primo.

- Como é que é? Ele não pode ser seu primo, ele tem muito mais melanina que você e... Ai, caramba... - dei um tapa na minha própria testa. Tinha acabado de me ocorrer mais uma coisa que me escapara na noite anterior. - Como eu não me toquei que vocês têm o mesmo sobrenome? - perguntei, desolado.

- Acontece... Meu pai tem um irmão que vive no México e se casou por lá.

- Isso explica a melanina.

- É, explica.

- Você seria mais bonito se fosse moreno como ele. - comentei.

Rimos por algum tempo e voltamos aos livros. Só então percebi que o jeito de Orlando me lembrava Al de alguma forma. Que burrice não lembrar o sobrenome dele!

- Vai voltar lá? - ele perguntou depois de vários minutos de silêncio.

- Acho que sim... Não sei, talvez... Mas porque eu voltaria?

- Pra vê-lo de novo, oras.

- E porque eu quereria vê-lo de novo?

- Isso é alguma espécie de auto-análise?

- Responde, vai... É importante pro meu autoconhecimento.

- Tá... Você quer vê-lo de novo para entender porque pensa tanto nele.

- Boa resposta... Acho que é isso mesmo...

- Então vai lá hoje.

- Hoje não; semana que vem.

- Como queira.

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Notas do Prólogo:
1. A primeira parte trata da chegada de Orlando a Londres. Apesar do protagonista ser Will, mostro sua chegada na segunda parte do prólogo por questões de tempo. Afinal, Orlando chegou alguns anos antes;

2. Tomei a "liberdade poética" de fazer com que haja uma espécie de "conjunto habitacional" tranqüilo e chato nas vizinhanças de Brixton. Não conheço bem (ainda!) a geografia de Londres, então perdoem os erros o/*


A quem chegou até aqui, obrigada ^^
Em breve mais do primeiro capítulo...

22 comentários:

RafaelGuimaraes disse...

finalmente eu conheci o will \o/
will will will..
tu é muito má.
moony pervesa.
Fica parando i______i
eu quero a continuação.
e também quero o pra não blábláblá*titulo longo*
u.u
o walter é um babaca.__.

bjão moony

Iury Cézar disse...

eu queeero a continuação. y.y'
adoorei. e odeio esse termo: 'liberdade poética' minha professora sempre usava esse pretesto pra tirar ponto. ¬¬

Beijãão.
Continue assim.

Sophie disse...

olha só, mais um projeto!
Você é muito boa nisso, e gostei bastante desse início :)
E não precisa pedir desculpas pela ausência no blog, você é bem-vinda lá sempre que puder (e quiser) fazer uma visita ;D

=***

kekel^^ disse...

hauhauua...pois eh..se tem!!^^
valeuu pela visita!!
=*

Homero luz disse...

Parabéns, cada dia essa menina me surprende positivamente. bem envolvente a trama.

Sophie disse...

Bom, não passa na globo o Prison Break, mas se passar assisto de novo!
Aiii é muito bom!
Já o lost foi o seguinte: eu nunca tinha assistido a nenhum episódio, quando nas férias de dezembro de 2007 eu passei a baixar. Mas isso exigia muuuita paciência devido à minha net não tão potente e aos erros do meu pc. Conclusão: assisti só a 1ª temporada, mas na época eu estava viciada. ;D

=***

' Rôh disse...

Geeeeeeente, que viagem!!! Me 'alembro' quanto comecei a ler o Will, no 1º ano... Era a nossa fuga nas aulas chatas de matemática, com o tal Wagner, né? rs... Eu pq o lia e vc pq insistia em prestar atenção nas minhas expressões. XD Q loucura!
Que bom que já conseguiu dividir e subdividir os capítulos, determinar o prólogo e o epílogo, mas mesmo quanto vc terminar, sempre arranjará um jeito de criar um pós-epílogo, ou coisa do tipo...
XD
Não esqueça que é a NOSSA (já me incluindo nas participações dos lucros futuros) série de Hollywood. XD


Cheroo^^
ps- Não sei se será possívl ir ao CEFET hj, me liga antes das 4 pra eu confirmar?!!

Nenhum Mistério disse...

Muito massaaa, meu amor ^^
Óia, Will, tem muita história. Quando o conheci ele era um garoto revolucionário, que ficava fazendo oratória em em cima de carros, enfrente aos pubs de Londres ><
Mudou o rapaz ^^
Cada vez melhor...
Vai chegar um dia que num vai da pra melhorar mais, pq vai ta perfeito ¬¬
e ae tu vai fazer o que?
vender pra ganhar dinheiro, eh claro xD
beiju
Te amooo!!!

Loira e Morena disse...

Obrigada pela visita, seja sempre bem vinda no blog "O que vamos dizer lá em casa?".

Beijaooo da Morena!

Mah disse...

ADOREI com todas as letras, espero continuação e admiro seu estilo de escrever mudando os tempos, quem me dera ter talento pra escrever coisas mais longas.

Boa sorte!
beijos.

Gabii disse...

Eei!

Brigada por comentar no meu blog!

Aki ta MARA!

Bjos.

Chrissie disse...

Ò_________ó
Walter, hein?
Nem chega perto do nosso Will, viu?
Orlando: É isso mesmo!

=D Nya, o próximo capítulo vai ser ainda mais MARA. o Will vai voltar e vai viver feliz pra sempre com o Orlando, não é, meu bem? ._. ... Bem que podia ser. Mas aí, essa fic não seria ;---; "Will".


Não se esqueça que agora é o oficial, agora não tem disculpa =D eu tbm vou tomar vergonha na cara, xD vou começar a postar "Chuva" pela ordem *se bem que se for assim eu não vou terminar ele NUNCA ._.* Bem, eu vou espoerar um pouquinho para fazer a revolução "Oficial" xD

Encontro Marcado? =D Eu ainda leio esse! Já leu o Caçador de Pipas? É muito bom! =D

Yurul =D E já sei o que é yaoi, e já sei como você organiza "Ontens", moça. Mas eu li Will de novo e quando vc postar o segundo, vou ler pela quarta vez pra entrar no clima da história mais uma vez!

Perdão por ter sumido Foram dois ou três dias, huh? xD Mas foi vc quem saiu primeiro do MSN, entom estamos quites.

=D Vou tentar escrever alguma coisa agora da continuação de chuva, se não sair nada eu posto o segundo e o terceiro de uma maldita vez xD!! *frustrada*

Ai, ai, que saudade do blog de vocês!
Quero outro poema no próximo post do Roh 8D

Tchau!!

Talita S. disse...

Cada procura é um encontro :)

Coisinhas da Jeh _ disse...

não gosto de Crepúsculo? poorque? :~ essa escritora tem livros legais? bjs ;*

Loira e Morena disse...

Primeira vez que venho no seu blog, mas ja posso dizer q gostei mto!!!
Adorei a histroria, essa proposta de vc postar no blog para a todos terem acesso!!!
Vc escreve muitooo bem!!!
Parabens, viu!
Tenha certeza q voltarei para ler o restante!

beijoca da LOIRA

Coisinhas da Jeh _ disse...

eu achei bem legal, tô fascinada :) ce já leu todos esses livros?
ce é de onde?
;*

.ana disse...

oie!
agradeço tua visita e comentário no blog...
dei uma passada rápida por aqui, e já gostei muito do que escrevestes... voltarei mais vezes!

:**

Thays Lima disse...

Legal o livro, deve ser muito bom mesmo!
o meme ta respondido, desculpe a demora mas é que eu estava viajando!
bjuuuuu no core!

Loira e Morena disse...

Moony...
Eu peço sempre para esquecer tudo isso e encontrar alguem que me mereca de verdade..que goste de mim!!!

Beijocas da Loira

Chrissie disse...

husuhsuhsuhs,
Eu tive essa idéia de escrever sobre mim quando vi uma certa atriz falando por mais de 15 minutos num progama SÉRIO sobre a vida dela. Rsrsrs, ela parecia tão feliz, os olhos estavam pretos e brilhosos de tanta emoção.
Mas na sala onde esse progama era assistido meus pais protestavam que ela não era uma atris tão boa assim e que estava sendo ridícula fazendo aquele draminha.
Eu sou do tipo de pessoa que gosta de me analizar. Não de falar sobre mim rsrs. Por isso naquele dia eu jurei que falaria de mim num dia especial.

Hushushuhs, um dia eu vou te fazer falar esse lance do seu nick. Quando eu li sua fic "will" no Nyah! a primeira coisa que eu notei foi seu nick xD~.

*_* AMO NADAR.

Vou continuar, sim xD~
Mas você vai ter que continuar o seu tbm já que agora já tem 20 comentários rsrs!!

Tchau!

vida cotidiana disse...

Legal sua visita lá no vida cotidiana, vou te linkar porque quero continuar lendo a história, muito boa, parabéns.

Polyanna disse...

eu preciso falar alguma coisa moony?
eu... adorei, como tudo que vc escreve... ahh e perdoa se eu parar por alguns dias de ler o will...

bjus
TE amo moça!