segunda-feira, 1 de setembro de 2008

"Hoje não haverá poesia, as musas desfaleceram, o amor faleceu..." - Alma de poeta


-Reviravolta-

Adeus, meu amor
Eu vou-me embora
E se despeça, pois
Não terá volta
Me dê o último beijo
O último cheiro
O último dengo
E que perdoes essa covardia
Dessa fuga minha
Dos teus braços que não são meus
Lembra-te das noites e
Também dos dias
Em que tu me tinhas
Que meu adeus não voga
Eu vou-me embora
Sem volta.

5 comentários:

Mahzinha disse...

Poemas triste, dizer adeus é extremamente difícil. Como nas músicas toscas "não aprendi dizer adeus"

morango disse...

cada vez mais teus versos me encantam^^ muito perfeito... bons sonhos...garoto com alma de poeta.

Rodrigo Hyoukami disse...

Compreendo o sentimento...
Espero que sejam palavras para este evento...
Não se tratando de um acontecimento...
Pondo isto de lado...
Esta poesia muito me agrada...
Meus parabems pela obra gerada...
Que muitas outras sigam desta estrada...
Pode ser longa a caminhada...
Mas não creio que teu genio se perdera na alvorada...
Quanto ao comentario que me deixara...
Pode mesmo ser que fim não significara...
Mas dificil crer...
Que uma ves mais nos mesmos voltemos a ser...

Fique bem.

Justine disse...

Triste e belo, pungente e doce, suave e determinado- eu te li assim, através do teu poema.

Obrigada pela visita:))

Sem mistério disse...

lindíssimooooooooo
um grande beijo ..
tô lendo louamente as postagens do blog xD