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sábado, 5 de dezembro de 2009

Ama-me menos, mas ama-me por mais tempo

[talvez uma vez ou duas você tenha se perguntado por que diabos eu coloco frases nos títulos dos posts. Bom, tem gente que coleciona selos. Eu coleciono frases.]


Eu estava conversando com o Lucas outro dia sobre os livros que estávamos lendo. Daí, chegamos à conclusão de que sentimos a mesma coisa (vide último parágrafo deste post aqui) ao lê-los e, no entanto, são livros completamente diferentes, de autores diferentes: para mim, Guimarães Rosa com o Grande Sertão: Veredas e, para ele, Clarice Lispector com A paixão segundo G.H.


Daí eu fiquei pensando nisso e cheguei a outra conclusão: que quando você entende o que autor está querendo dizer, é como se, naquele momento, o autor também te entendesse. E então o ciclo se completa com perfeição. É o ápice.


Falando de outra coisa agora: como eu prometi ao Iury (e não cumpri, porque sou problemática e esquecida), vou tentar explicar mais uma vez por que diabos o Will não está dando as caras por aqui.


É o seguinte, pessoas bonitas do meu coração: o segundo capítulo do Will ainda está pela metade, mas eu vou postar assim mesmo o que já está pronto. De acordo? Se sim, posto quando terminarem minhas idéias sobre o que escrever para os próximos dias (acreditem, estou me segurando para não postar com mais frequência).


A verdade sobre o Will, nesse exato momento, é que eu parei mesmo de escrevê-lo por um tempo. Há dois motivos: o primeiro, é que eu passei esses últimos meses me dedicando a outra história. O Will é, basicamente, um romance, e eu não faço planejamento específico pra ele nem escrevo os capítulos em ordem (como vocês bem sabem, de tanto que eu tagarelei sobre isso aqui no .status.). Essa outra coisa que estou escrevendo, no entanto, é uma espécie de suspense (bom, eu espero que seja mesmo) e precisa de planejamento e precisa ser escrita toda bonitinha, na ordem e tudo o mais. O outro motivo é que o Will meio que me esgota. De quando em quando eu tenho que parar, até ficar com bastaaaante vontade de voltar a escrever. Daí, eu volto.


Agora vamos, de fato, ao que eu tinha planejado para esse post. Uma overdose de Louis Garrel.


[informação inútil, só pra constar: atualmente, meu top 3 de homens-bonitos-que-nunca-vou-conhecer é constituído por Jeff Buckley (cantor), Louis Garrel (ator) e Ben Barnes (ator).]


*


Les Chansons d’Amour (2007)


As Canções de Amor (aqui e em Portugal) é um filme francês de 2007, dirigido por Christophe Honoré. O início da trama é o seguinte: Ismaël (Louis Garrel) e Julie (Ludivine Sagnier) são namorados, mas, para não cair na rotina e tudo o mais, convidam uma terceira pessoa para a relação; Alice (Clotilde Hesme), uma colega de trabalho de Ismaël.


Tudo muito bem, por assim dizer, com os problemas básicos de uma relação a três e tudo o mais, até que algo acontece e tudo muda. Daí é melhor eu não dizer muita coisa, senão estrago a surpresa, né? O filme é dividido em três atos: a partida, a ausência e o recomeço, que representam as fases desse momento da vida de Ismaël.


O que eu posso dizer é que o filme é lindo e não é só por causa do Garrel. Se você não gosta de musicais, nunca assistiu ou nunca teve saco/vontade/coragem/whatever pra assistir, esse é um bom começo, porque Les Chansons d’Amour é um filme, acima de tudo, delicado. Os personagens cantam quando se apaixonam, pois não sabem se expressar de outra forma. E as músicas se fundem tão bem às cenas que parecem diálogos. Não é exagero. Chansons encanta pelo modo como o cotidiano, como cada pessoa que você encontra na rua pode ter uma proporção incrível na sua vida. Aqueles pequenos momentos que a gente às vezes nem se dá conta de que está vivendo.


Não percam a oportunidade de assistir, se a tiverem. Posso compará-lo com O Fabuloso Destino de Amélie Poulain como um daqueles filmes que te deixam mais leve, até mesmo pela simplicidade da produção. É nessas horas em que a gente vê que não só de efeitos especiais é que se vive. (e me contem quando estiverem suspirando na cena final)


*


Os Sonhadores (The Dreamers, 2003)


Olha o Garrel aí de novo. E em mais um triângulo amoroso.


Os Sonhadores é um filme ítalo-franco-britânico de Bernardo Bertolucci, baseado no romance de Gilbert Adair chamado The Holy Innocents (Os Inocentes Sagrados).


É o seguinte: na Paris de 1968, vive o estudante de intercâmbio Matthew (Michael Pitt), um americano apaixonado por cinema. E é exatamente lá onde, durante um dos tantos protestos que inundaram este ano, ele conhece os irmãos gêmeos Theo (Louis Garrel) e Isabelle (Eva Green).


Eles se tornam amigos e Matthew acaba sendo convidado para passar alguns dias na casa dos irmãos, quando os pais deles viajam. No começo, Matthew estranha a grande intimidade que os irmãos têm um com o outro, mas acaba se tornando parte disso também após uma pequena “prova de iniciação” e, durante o tempo que passam no apartamento, se isolam do mundo e da revolucionária França de ’68.


Em meio a muito sexo, cinema, música e filosofia – não necessariamente nessa ordem – ficam evidentes as ótimas interpretações do trio principal. Michael Pitt me surpreendeu no começo pela cara de garoto, a la Leonardo di Caprio (que, por sinal, foi cogitado para o papel), mas ele literalmente cresce com o filme. Primeiramente confuso com a relação de Theo e Isabelle, depois encantado e finalmente mais realista, tentando chamá-los à razão. À sua própria razão, aliás.


E também vale salientar que nunca fica evidente uma relação de fato incestuosa entre Theo e Isabelle. Eles se amam, sim, de um modo que pode ser considerado mais do que um amor “apenas” fraternal – talvez mais por parte dela do que dele – mas nunca é evidenciado no filme se houve, há, ou haverá algo entre eles de fato.



Garrel, dessa vez, é o típico pseudo-revolucionário: o jovem que idolatra os grandes líderes e seus ideais, mas não os põe em prática. Todos os três, aliás, só se envolvem realmente com os seus supostos ideais quando a revolução praticamente bate à sua porta.


E Eva Green. Que olhos essa mulher tem! Unindo a eles a interpretação de Isabelle, temos uma mistura perfeita de sedução, entrega e ao mesmo tempo insegurança e inexperiência. Como ela mesma diz em um momento do filme, está sempre atuando. A vida deles é basicamente uma imitação do cinema.


Reparem na cena em que Theo e Matthew conversam em um café. O que tem de tão especial? Pura e simplesmente a música que toca ao fundo, discretamente: Love me, please love me, de Michel Polnareff. Aliás, a trilha sonora do filme é ótima, por completo. Afinal, '68 também foi uma grande época pra música. Janis, Hendrix... E tudo isso, pasmem, na França.


[desculpem aí se foi difícil para ler, mas é que eu não podia falar do Garrel desses filmes sem imagens ç.ç]

domingo, 25 de outubro de 2009

I bet you look good on the dancefloor

Oi, meu nome é Moony (mentira, esse não é o meu nome) e eu abandonei meus blogs há quase um mês. Pronto, podem acender as tochas e correr atrás de mim u_u

De qualquer forma, obrigado pelos comentários do post anterior. Estou orgulhosa dos leitores do .status quo. *-*

Pois é, fim de ano é altamente estressante. Mais uma vez, um monte de gente vai fazer vestibular e/ou ENEM. Boa sorte, pra quem for /o/

Eu continuo aqui, às vezes entediada, às vezes não. Não parece, mas tenho escrito bastante. Sei lá, acho que só funciono sob pressão. Pelo menos quando é pra escrever alguma coisa.

Acho que, sei lá, todo mundo às vezes tem a sensação de que passa a vida toda reclamando da... vida. Eu tenho disso às vezes também. E de tanto reclamar, a coisa fica ruim mesmo. Talvez eu devesse reclamar menos.

Eu poderia reclamar agora do fato de ser uma blogueira relapsa que abandona os blogs às moscas, mas não vale a pena. O que eu posso fazer? Às vezes não dá vontade de postar, infelizmente .____. Acontece. Às vezes não é a falta de tempo, mas sim de assunto, pura e simplesmente.

Por hoje é só. Eu posso voltar aqui semana que vem, ou não. Pode ser mês que vem, ou não. Pode ser daqui a cinco minutos, ou não.

No fim das contas, o legal mesmo é não ter certeza.

edit básico: eu fico feliz que vocês ainda lembrem do Will, mesmo *-* E lembro qual é a proposta do blog. Mas é aquela coisa, eu posto porque gosto de postar e não tenho uma "obrigação oficial" de fazer isso, então se em algum momento eu não posso postar, então eu não faço. Hoje eu não postei por postar, mas sim por alguns motivos: porque, por mais que eu faça isso, não gosto de deixar o blog parado por muito tempo e porque, sei lá, deu vontade u_u Eu ainda escrevo tudo o que postei aqui em tempos passados, mas naquelas, né. Eu escrevo devagar e muita coisa ao mesmo tempo, e vez ou outra uma das histórias fica parada por tempo indeterminado. Tem muitas partes do Will que estão prontas ou bem encaminhadas, por assim dizer, mas o segundo capítulo ainda está pela metade e, acreditem, eu não gostaria que estivesse. Mas é difícil terminar, mesmo. Por mais que eu saiba o que vai acontecer na história, detalhadamente, não é fácil botar isso no papel do jeito que deve ser feito, sabem? Aí às vezes fica complicado e acho melhor dar uma folga do que fazer algo ruim ç.ç

Façamos um trato: no próximo post, prometo trazer algo legal (mas não, ainda não é o Will)

:)

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

E eu me entreguei inocentemente, como um bom selvagem...

... como o brilho esperto dos olhos de um cão.

- x -

Não, o .status quo. não morreu! Mas, sim, sou uma irresponsável, admito.

Ok, deixando pra lá essas pequenas coisas absurdas da vida que fazem com que as pessoas abandonem deixem seus blogs de lado, vamos aos fatos:

Sei que não tem ninguém espetacularmente interessado na minha vida, mas eu gosto de falar dela mesmo assim. E listas, adoro listas. Então claro que há uma lista do que andei fazendo nesses últimos tempos.

- Reformulei o We Never Lost Control. Agora ele tá mais bonito e tem uma caixinha de indicações.

- Escrevi muito. E pra escrever assim eu geralmente preciso me isolar, e foi mais ou menos isso (somado a outras coisas) que me fez dar (mais) uma sumida daqui e até mesmo do WNLC por uns tempos. Mas agora vou tentar me dividir direitinho pra não deixar ninguém na mão.

- Não tenho tido tempo nenhum pra ler. Acho que é a primeira vez em muito tempo que passei um mês com um livro e não terminei de lê-lo.

- x -

Hoje eu estava pensando em como a quantidade de livros que eu tenho (excetuando-se os didáticos, claro) não condiz com o meu gosto pela leitura. Contando assim por cima, eu tenho os Harry Potter's, um de poesias do Álvaro de Campos, uns três da Agatha Christie, A Menina que Roubava Livros, O Mundo de Sofia e alguns outros que não lembro agora. Ou seja, são poucos, muito poucos.

Então eu percebi que realmente não preciso muito ter os livros que leio. Sei lá, não sinto necessidade. Gosto de ir até a biblioteca, de esperar pelo livro e até mesmo de ficar com raiva quando ele não está disponível. Gosto de ficar horas numa livraria lendo e sair sem comprar nada xD Não é nem pelo dinheiro, apesar da minha situação monetária ser um desastre, porque atualmente os livros andam bem baratinhos na internet, mas é realmente essa coisa de gostar do livro usado, ou do livro que depois de mim vai pra outra pessoa. É aquela coisa da boa música: boa literatura também deve ser compartilhada ^^

(obs.: mas isso não diminui o fato de que eu adoro ganhar livros 8D)

domingo, 16 de agosto de 2009

The last enemy that shall be destroyed is death

Olá...


É, eu sei, isso aqui tá virando uma... bom, deixa pra lá. Não vou repetir os milhões de velhos motivos para as atualizações estarem tão espaçadas assim, mas vou acrescentar um novo: eu voltei ao fandom de Harry Potter, depois de uns dois anos longe. Ou seja, eu voltei a escrever fics e participar de fóruns e, cara, eu não sabia que sentia tanta falta disso. Estou escrevendo loucamente pra dois challenges (ou seja, um desafio em que você tem que escrever uma história dentro das regras impostas e tal), e tenho que terminar até setembro.


Falando de coisas legais que não envolvem (totalmente) o blog agora: minhas aulas finalmente começaram e eu posso ser feliz. Juro que estou tentando gostar de Programação Estruturada, depois de ter pago todos os meus pecados com Lógica, e comecei o curso de inglês *olhos brilhando* Ah, e estou pensando seriamente em fazer Letras Inglês/Português e ser tradutora. Mas isso é pra outro dia...


Enfim... Nesse meio tempo eu descobri que tocar violão não é impossível, apesar de ter me rendido alguns calos, e que pra escrever só basta um pouco de incentivo. O que significa, basicamente, reler bons livros, sair do MSN e ficar olhando pro PC até sair alguma coisa. Tem funcionado nos últimos dias e já me rendeu meia fic. Tenho que aproveitar o começo do semestre, já que depois o negócio vai ficar pesado e aí já viu, né? Vou aparecer aqui reclamando da vida, do universo e tudo o mais, e de como programação é a pior coisa do mundo.


Por falar em programação, eu percebi que, estando agora no quinto semestre, não tem mais pra onde correr. Não tem mais como voltar atrás, o estrago já tá feito. Ou eu enlouqueço até o oitavo, ou sobrevivo e continuo na área pra enlouquecer mais ainda.


Vou continuar escrevendo loucamente. Vou continuar lendo o que der pra ler. Vou continuar vivendo até que as provas cheguem e eu comece a me desesperar. Ah, por falar em me desesperar, eu reparei numa coisa agora: acho que estou enfrentando as coisas ruins melhor do que antes. Porque antes eu me desesperava logo, e agora eu rio. Simples assim. Fica a dica.

domingo, 2 de agosto de 2009

You can't make a record if you ain't got nothing to say

[a frase do título veio da música Shotgun Willie, de Willie Nelson]


Olha só que maravilha, eu não morri, apesar de ter passado umas duas semanas sem postar aqui. E até que isso não é absurdo, porque de tanto que o Rôh passou sem postar, nada mais justo que ele poste mais nas férias pra tirar o atraso – e me dar uma folga.


Obrigado às pessoas que comentaram no post anterior me dando os parabéns pelo meu aniversário, no domingo :D E, aproveitando, eu peço desculpas a todos os blogs que eu deixei de visitar nos últimos tempos. No meu último post eu falei de como tava sem saco pra fazer isso. Pois é, acho que ainda tô. Existem uns poucos blogs que eu ainda visito constantemente – senão diariamente, o que é realmente um pouco raro – mas eu sempre dou uma lida por cima quando abro o Painel do Blogger e aparece o iniciozinho de cada post dos blogs que eu sigo. Eu sei, isso não é nada, e sem comentários blog não vive, mas eu acho melhor não passar e/ou não comentar do que comentar sem vontade.


E, por falar em comentários, eu acho que não conheço pelo menos metade dos seguidores do .status quo. Seguidores, se manifestem!


Ok, voltando ao post... Sabe, eu tenho tido muita vontade de escrever, principalmente nessa última semana, mas, como sempre, eu acabo, sabe-se lá como, não escrevendo. Eu estava louca por umas boas férias, um mês inteirinho pra poder ler, escrever e ouvir música. Bom, digamos que nas primeiras duas semanas eu ouvi tudo o que pude ouvir, descobri – e redescobri – muita coisa e fui postando no WNLC (que, aliás, se não tiver post novo hoje, terá por esses dias ainda), e acabei descobrindo uma coisa muito interessante: uma das coisas que eu mais gosto de fazer é escrever sobre música.


Depois veio o tédio. Aquele momento horrível em que você percebe que não está fazendo porra nenhuma. Todo dia é igual ao anterior e o próximo não reserva esperança alguma. Tudo bem, talvez eu esteja exagerando um pouco. É nessas horas que eu penso que é melhor parar de achar tudo um tédio, porque quando eu estiver me matando pra passar de semestre de novo, vou implorar por férias tediosas.


Enfim... Essa é a minha última semana de férias. E, como sempre, eu só pego impulso pra fazer as coisas realmente interessantes quando o tempo já está acabando. Ir ao cinema, descobrir que estava com saudade de ouvir Coldplay, ler fics (eu não faço isso há tanto tempo!), voltar a escrever as minhas fics paradas no tempo, voltar a escrever o Will (falo mais dele daqui a pouco), escrever, escrever, escrever... Parar de pensar em desistir do violão. Parar de dormir de tarde. Acordar cedo pra fazer alguma coisa que preste. Ler os livros que estão juntando poeira aqui. Passar três dias longe do Twitter (se bem que eu voltei hoje) e, pasme, passar algum tempo sem entrar no MSN também. Ô vida boa.


Tá, nem tanto. Ainda fico entediada, saudosa pelos tempos de P4 (que tiveram seus probleminhas, mas ainda assim foram excepcionalmente bons), ansiosa pelo P5 (dá pra acreditar que eu passei em Lógica de Programação com um 7,7? \o/) e por ter novas crises de nervos em aulas de programação, por ver as pessoas que até algum tempo atrás eu estava enjoada de ver todo dia, por ver quem eu realmente preciso ver todo dia (sim, é você mesmo, Lucas) e... ah, sei lá. Também não precisa de férias pra sempre, né?


Nós ganhamos alguns selos nos último meses, mas como eu ainda continuo um tanto sem saco pra fazer algumas coisas, vou colocá-los no slide dos selos sem postar as regras e coisas do tipo. Só não coloco aqui nesse post (sem as regras), porque eu realmente não me lembro ao certo quais foram e onde estão xD Sei que um veio da Larissa e outros dois do Atreyu, mas não lembro se tem mais. De qualquer forma, valeu pelos selos e desculpem a minha memória [não]primorosa.


Ah, sim, sobre o Will... algumas pessoas enchem meus olhos de lágrimas quando perguntam sobre o Will nos comentários. É sério, eu adoro ver que as pessoas ainda se lembram dele, coitado. É o seguinte, eu parei de postar porque o segundo capítulo (de Todos Aqueles Ontens) realmente não está pronto ainda. Mas tenho uma boa notícia: eu voltei a escrever esse capítulo e eu ainda volto a postar o Will, ok? Só não me perguntem quando, porque é realmente imprevisível. O fato é: não, eu não parei de escrever o Will. É verdade que de vez em quando eu paro por um tempo, por aquele mesmo motivo: se você não tem nada a dizer, é melhor não escrever.


E um pedido de ajuda: alguém sabe me dizer porque os links do .status quo. e do WNLC estão azuis? Eu não entendo como isso aconteceu, ficou assim de repente algum tempo atrás, já mexi em tudo quando é coisa, mas não volta a cor original. E esses links azuis são horríveis e doem nos olhos. Desconfio que seja doideira do Blogger, mas não vi acontecer em nenhum outro blog =/


Bom, é isso... Até mais.