quinta-feira, 19 de junho de 2008

"Vamos sair e falar dessas tristezas; uns verão perdão e outros castigo. Pois nunca houve uma história tão dolorosa quanto a de Julieta e sua Julieta"

Algumas coisas simplesmente fogem do nosso controle sem que percebamos, e entra em ação a débil vulnerabilidade da vida, que não serve pra nada! E as pessoas ficam tentando tapar os buracos, que deixou aberto toda essa ausência de conteúdo. Mas não adianta de nada! Logo eu, que sempre pedi pra que fôssemos otimistas, tenho andado meio descrente da minha vida. É essa inconstância exacerbada, que não acrescenta em nada, que sufoca, desestabiliza. Tenho andado verdadeiramente descrente da minha vida: cansado de observar o movimento das horas que se repetem, dos dias que não mudam e do passar dos anos, que não passam! Deixam-me a mercê de qualquer sorte, eu nunca acreditei mesmo na sorte! Prefiro o escuro dos meus olhos fechados... - Há lugar pra todo o vazio dessa noite em meu coração! E por mais que eu tente maquilhar minha realidade, ela vai ser sempre densa e triste.
Densa e triste, densa e triste.

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E eu gosto


Trago um rasto absurdo nas sobras dos meus dias.
Como é que tu ainda restas em tudo quanto em mim pulsa?

(Autora: Ana)

3 comentários:

Anônimo disse...

Sei quem você é e também sei que você não escreveu isso.
Preferia quando você mesmo fazia os posts.

Myarah disse...

Lindo Rôh...
ameiii

.[P].a.[R].ente disse...

E eu prefiro q o Sr.(a) "anônimo" passe a assumir seus comentários! E pq não fui eu qm escrevi?